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A terça-feira do Seminário ‘Diferentes Formas de Dizer Não’ foi dia de vivências e Assembleias Populares
A vivência no território de Rosário de Limeira iniciou com a visita das áreas exploradas pela Companhia Brasileira de Alumínio.
Uma barragem de rejeitos de bauxita que tem 12 anos e que gerou empregos nos 4 primeiros. Com cerca de 35 metros de profundidade e 75 de comprimento a população que ainda permanece no local sofre com o medo de seu rompimento, principalmente após os casos de Brumadinho e Mariana.
A região é atingida pela devastação da atividade mineradora. Mesmo que não aja rompimento da barragem, a água está sendo contaminada, os rios estão sendo assoreados e a vegetação local é substituída pela monocultura do eucalipto ou pela ‘maquiagem’ da braquiária. A Terra é devolvida infértil para o proprietário.
Na Assembleia Popular apesar de muito compartilhamento de angústias, surgiram alguns apontamentos: melhorar a resistência, infiltrar mais nas igrejas, denunciar todas as vezes que a sirene tocar, qualificar a informação recebida, unificar as narrativas, pensar melhor quais atores serão mais estratégicos na luta, participar de audiências públicas e construir um plano para o próximo período com objetivo de expulsar a CBA do território.

Posted by Atingidos pela Vale on Wednesday, August 14, 2019